Uma nova opção para os homens que têm problemas na cama

Uma única gota oferece resultados contra a disfunção erétil em apenas 5 a 30 minutos. Pessoas que sofrem de problemas cardíacos podem usar o produto.

Um medicamento em creme contra a disfunção erétil começará a ser vendido no país em substituição ao sildenafil, administrado por via oral.

Um creme de uso tópico chegará ao mercado para ajudar a combater a disfunção erétil. O produto não tem as contraindicações do Viagra, comprimido cada vez mais popular. O consumo está permitido até para pacientes com problemas cardíacos, os quais não podem aproveitar os benefícios da famosa pílula azul.

O creme foi testado e aprovado por diversos países, como Estados Unidos, Espanha, Itália e França, entre outros. Agora, os homens têm um recurso a mais para não se envergonharem na cama.

O princípio ativo do unguento é o alprostadil, uma substância que dilata os vasos sanguíneos do pênis e permite a conquista e a manutenção da ereção.

A aplicação do creme é simples. Basta usar o aplicador do produto para deixar cair uma gota no meato uretral, a parte da uretra que fica dentro da glande peniana. O novo medicamento permite uma resposta erétil rápida, geralmente após cinco a 30 minutos da aplicação. Além disso, o consumo contínuo do produto não oferece os efeitos colaterais de outros remédios, como o comprimido oral. Esta é a mais nova opção de tratamento da disfunção sexual erétil. De acordo com a indicação médica, o ativo penetra no tecido erétil do pênis, o qual se enche de sangue, endurece e possibilita a atividade sexual.

homens que têm problemas na cama

O preservativo é obrigatório

As contraindicações são poucas e específicas. Por exemplo, o preservativo durante o ato sexual é obrigatório, pois há o risco de o produto entrar na vagina. Além disso, não é recomendado para pessoas que sofreram infarto do miocárdio ou trombose venosa.

A disfunção erétil é um problema que afeta a vida sexual do casal, portanto, o papel da mulher é fundamental no reconhecimento e na aceitação da doença. A busca de uma solução é mais fácil quando o homem e a mulher aceitam enfrentar o problema e decidem restabelecer a plenitude da vida sexual.

Em geral, a disfunção erétil é decorrente de fatores físicos, embora também haja casos em que ocorre por motivos psicológicos. Atualmente, cerca de 90% dos casos são causados por fatores orgânicos, em sua maioria relacionados a uma má circulação sanguínea chamada “insuficiência vascular”.

É importante que o homem reconheça os primeiros sintomas. Se, nos últimos meses, você teve problemas para conquistar ou manter uma ereção, demorou mais tempo para conseguir uma boa rigidez peniana, percebeu uma diminuição na frequência das ereções matinais ou sofreu de perda da rigidez no meio da relação ou ao trocar de posição sexual, consulte um profissional. Em homens mais velhos, a base da doença ocorre devido à diminuição do fluxo sanguíneo até o pênis, com a consequente mudança no sistema erétil.

As doenças que geralmente causam a disfunção erétil são hipertensão, diabetes, problemas cardíacos, aumento do colesterol, alterações neurológicas, cirurgias de próstata, entre outras. Alguns maus hábitos, como tabagismo, sedentarismo, estresse, consumo de álcool e drogas, podem levar a situações de risco.

Um estudo recente analisou 536 homens, dos quais 42% (jovens e idosos) apresentou algum nível de disfunção erétil. Desse total, somente 16% tinha diagnóstico prévio e apenas 22% fazia algum tipo de tratamento, seja indicado por um médico ou por iniciativa própria.

A disfunção erétil não é um problema exclusivo de homens mais velhos. Uma pesquisa demonstrou que 30% das pessoas do sexo masculino menores de 40 anos têm algum problema a nível sexual. A prevalência do transtorno aumenta com a idade: segundo um estudo de 2012, entre 30 e 35% dos pacientes não responderam ao tratamento ou estão insatisfeitos com os resultados do consumo de medicamentos orais. Assim, em pleno século XXI, a disfunção erétil é um problema médico que, de acordo com a estimativa de algumas pesquisas clínicas, afeta mais de 30% dos homens acima dos 50 anos.

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